Steam Controller: O controle da Valve que toca música (sim, você leu certo)
Você provavelmente já ouviu falar que o Steam Controller da Valve consegue emitir sons inusitados, como o toque de um telefone ou o famoso “Wilhelm scream”. Mas sabia que ele também é capaz de tocar músicas? A engenhosidade por trás desse hardware ainda surpreende, mesmo anos após seu lançamento.
Para demonstrar, entusiastas colocaram o controle para executar clássicos como o “Ground Theme” de Super Mario Bros. 2. Confira também uma performance de “Still Alive”, a música tema de Portal — uma escolha mais do que apropriada para um hardware da Valve — e até mesmo o icônico tema de Doom.
Como isso é possível?
Se você está se perguntando como um dispositivo que não possui alto-falantes consegue reproduzir áudio, a mágica está nos seus atuadores hápticos. O Steam Controller utiliza tecnologia de resposta tátil avançada que, quando programada com frequências específicas, vibra de forma a criar ondas sonoras audíveis. Embora o controle tenha sido descontinuado e não seja mais fabricado pela Valve, ele permanece como um item de culto e um excelente dispositivo para entusiastas e tinkering.
Vale ressaltar que, como o Steam Controller não é mais comercializado oficialmente pela Valve e nunca teve um lançamento robusto no varejo brasileiro, encontrá-lo novo no mercado nacional é uma tarefa extremamente difícil. Caso esteja buscando periféricos para melhorar sua experiência gamer, talvez prefira conferir nossas sugestões atuais, como as TVs artísticas com desconto ou aproveitar as ofertas da semana em dispositivos de tecnologia.
Considerações finais
O Steam Controller é um exemplo curioso de como a engenharia de hardware pode ser explorada de maneiras que vão além do propósito original de controlar jogos. Independentemente de ser uma ferramenta prática ou apenas uma curiosidade técnica para os entusiastas da marca, o dispositivo deixa seu legado na história da Valve como um experimento ousado, mantendo-se como um objeto de interesse para quem gosta de explorar os limites dos periféricos de PC.
Via: The Verge

