Jay Forrester depositou a primeira patente de RAM de computador prática há 75 anos nesta semana — sua patente de Memória de Núcleo Magnético seria concedida cinco anos depois.

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A Origem da Memória RAM: O Legado de Jay Forrester e o Project Whirlwind

Na história da computação, poucos marcos foram tão fundamentais quanto o desenvolvimento da memória de núcleo magnético. Em fevereiro de 1956, o engenheiro Jay Forrester consolidou esse legado ao receber a patente norte-americana de número 2.736.880, uma tecnologia que surgiu como uma evolução direta do ambicioso Project Whirlwind do MIT.

A Evolução da Memória: Do Núcleo aos SSDs Modernos

O conceito de memória de acesso aleatório (RAM) evoluiu de forma drástica desde a era de Forrester. Enquanto na década de 50 a tecnologia se baseava em anéis magnéticos de ferrite, hoje vivemos em uma era de semicondutores ultrarrápidos e soluções de armazenamento em estado sólido que priorizam a alta performance. A necessidade de armazenamento eficiente é o que move grandes avanços, desde o gerenciamento de dados complexos até ofertas no mercado de hardware, como o Samsung 990 Pro, que se destaca como uma das soluções mais eficientes de armazenamento da atualidade.

Disponibilidade e Impacto no Mercado Brasileiro

É importante notar que a tecnologia de memória de núcleo magnético patenteada por Forrester é, hoje, uma peça de museu. Não existem dispositivos modernos que utilizem tal mecanismo de armazenamento em operação no mercado brasileiro ou internacional, tendo sido substituída décadas atrás por chips de silício (DRAM). No entanto, o princípio do “acesso aleatório” cunhado por ele permanece como o pilar de qualquer sistema, seja em um smartphone básico como o Samsung Galaxy A17 5G ou em supercomputadores de última geração.

Conclusão

Olhar para o passado, através da patente 2.736.880 de Jay Forrester, oferece uma perspectiva sobre como os fundamentos da computação foram estabelecidos. A transição dos antigos sistemas baseados em memória magnética para os componentes digitais atuais reflete um contínuo processo de inovação. Compreender essas raízes auxilia na percepção da complexidade dos componentes que compõem os dispositivos que utilizamos no dia a dia, mantendo um olhar sereno sobre a evolução tecnológica que ainda está por vir.


Via: Latest from Tom's Hardware

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