A Vertu quer que CEOs comandem empresas a partir de um dobrável com IA custando a partir de US$ 6.880

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Luxo e Inteligência Artificial: Vertu lança novo dobrável baseado no projeto Hermes

A Vertu, marca mundialmente conhecida por sua atuação no segmento de dispositivos de altíssimo luxo, anunciou recentemente o lançamento de seu novo smartphone dobrável. O aparelho chega ao mercado apostando em uma proposta diferenciada, unindo fluxos de trabalho baseados em agentes de IA, integrações voltadas para o mercado corporativo e, claro, o acabamento premium que é a assinatura da fabricante.

Construído sobre o projeto de código aberto Hermes, o novo dobrável da Vertu promete entregar uma experiência de software focada em produtividade e automação inteligente. Enquanto gigantes como a Apple continuam inovando em segurança e recursos antifurto para iPhone, a Vertu foca em um público que busca exclusividade, materiais nobres e serviços especializados, distanciando-se da concorrência tradicional de massa.

Design e Construção

Como de costume em dispositivos da marca, o design é o pilar central. O modelo apresenta acabamentos artesanais que utilizam materiais de alta qualidade, mantendo a tradição de “joias tecnológicas” da empresa. A ergonomia do mecanismo de dobradiça foi pensada para oferecer robustez sem comprometer a estética refinada, algo que lembra a busca por engenharia de precisão, como a vista em projetos complexos que exploram físicos de espaço-tempo.

Disponibilidade no Brasil

É importante ressaltar que, até o momento, a Vertu mantém sua estratégia de ser uma marca de nicho com atuação global limitada. O novo smartphone dobrável não possui previsão de comercialização oficial no Brasil. O suporte técnico, a rede de assistência e os serviços de concierge exclusivos da fabricante não abrangem o mercado brasileiro, sendo necessário recorrer a importação direta caso o usuário deseje adquirir o modelo.

Considerações Finais

O novo dobrável da Vertu representa uma tentativa clara de fundir a computação moderna de IA com o mercado de luxo tradicional. A escolha pelo projeto Hermes como base oferece uma flexibilidade interessante para o usuário corporativo, embora a decisão de investir em um dispositivo dessa categoria dependa exclusivamente das prioridades do consumidor em relação a exclusividade, suporte local e a integração com o ecossistema tecnológico que já utiliza no dia a dia.


Via: TechCrunch

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