Laptop ultrafino com 2.5GbE RJ45, System76 lança o Pangolin Pro (2026).

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System76 Pangolin Pro (2026) é lançado com Ryzen AI 7 350 e conectividade avançada

A System76, fabricante americana de PCs Linux, anunciou na última semana o lançamento do Pangolin Pro (2026), um notebook fino e leve projetado para oferecer desempenho e portabilidade. O dispositivo se destaca pelo processador AMD Ryzen AI 7 350 e, notavelmente, pela inclusão de uma porta Ethernet RJ45 de 2.5GbE – um recurso incomum em notebooks de sua categoria.

O Pangolin Pro (2026) vem equipado com uma tela de 16 polegadas com resolução de 2560×1600 pixels. Internamente, oferece duas slots SO-DIMM para memória DDR5-5600, dois slots M.2 PCIe Gen4 para SSDs, uma interface OCuLink e conectividade Wi-Fi 6E + Bluetooth 5.2. A bateria de 80Wh garante autonomia, com um peso total de 1.65kg.

Em termos de conectividade externa, o notebook inclui uma porta USB-C de 40Gbps, uma USB-C de 10Gbps, três portas USB-A de 5Gbps, um leitor de cartão microSD, uma porta HDMI 2.1 e um conector de áudio de 3.5mm.

O System76 Pangolin Pro (2026) é pré-instalado com as distribuições Pop!_OS 24.04 LTS ou Ubuntu 24.04 LTS. A configuração básica, com 16GB de RAM e 500GB de armazenamento SSD, tem preço sugerido de US$ 1699, o que equivale a aproximadamente R$ 8.800 na cotação atual. Mini PCs com conectividade 2.5G também estão ganhando espaço no mercado.

Disponibilidade no Brasil: Atualmente, a System76 não possui operação oficial no Brasil e seus produtos não são vendidos diretamente aos consumidores brasileiros. A importação é possível, mas sujeita a taxas e impostos, elevando o custo final do dispositivo.

📝 Nota do Especialista Tec Arena

O System76 Pangolin Pro (2026) se posiciona como uma opção interessante para usuários que buscam um notebook Linux com bom desempenho, conectividade avançada (destacando a porta 2.5GbE) e uma tela de alta resolução. A escolha do processador Ryzen AI 7 350 indica um foco em eficiência energética e tarefas que se beneficiam de recursos de inteligência artificial. No entanto, a ausência de disponibilidade oficial no Brasil e o alto custo de importação podem ser barreiras significativas para o consumidor local.


Via: IT之家

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