Apple lançou o AirTag há 5 anos hoje.

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AirTag completa 5 anos como líder de mercado em rastreadores

O rastreador de objetos AirTag, da Apple, completa hoje cinco anos desde o seu lançamento, consolidando-se como o dispositivo mais vendido em sua categoria no mercado global. O acessório, que custa US$29 (aproximadamente R$145 na cotação atual), tem se destacado pela sua funcionalidade e integração com o ecossistema Apple.

Apresentado em 30 de abril de 2021, juntamente com o iMac M1, o novo iPad Pro e a Apple TV 4K, o AirTag possui um design compacto em formato de moeda, com acabamento em aço inoxidável polido e resistência à água IP67. Ele conta com o chip U1 Ultra Wideband, que possibilita a função “Localização Precisa”, utilizando feedback tátil, visual e sonoro para guiar o usuário até a localização exata do objeto perdido, em iPhones a partir do modelo 11.

O processo de configuração é simples: basta aproximar o AirTag de um iPhone, e ele aparecerá na aba “Itens” do aplicativo “Buscar”. A rede “Buscar”, que utiliza sinais Bluetooth de dispositivos Apple próximos, permite rastrear o item mesmo quando ele estiver fora do alcance direto. O AirTag é vendido individualmente por US$29 (cerca de R$145) ou em um pacote com quatro unidades por US$99 (aproximadamente R$495), com a opção de gravação gratuita.

Logo após o lançamento, surgiram relatos de uso indevido do AirTag para fins de perseguição e roubo de veículos. Seu tamanho reduzido, preço acessível e a ampla cobertura da rede “Buscar” o tornaram uma ferramenta atrativa para criminosos. Em fevereiro de 2022, a Apple divulgou uma declaração afirmando que os incidentes de uso indevido eram “raros”, mas que cada caso era inaceitável, e introduziu alertas de configuração para esclarecer que o uso do AirTag para rastrear pessoas sem consentimento é crime em muitas regiões.

Em dezembro de 2022, uma ação coletiva foi movida na Califórnia, posteriormente expandida para incluir mais de três dezenas de demandantes, alegando que a precisão e o preço acessível do produto o tornavam propenso a abusos. Em março de 2024, um juiz federal autorizou que certas alegações prosseguissem. A Apple e o Google, posteriormente, alinharam as especificações de plataformas cruzadas para que usuários de Android recebam alertas automáticos de rastreamento indesejado, assim como os usuários de iPhone.

Apesar da controvérsia, a Apple afirma que o AirTag se tornou seu acessório de rastreamento de itens mais vendido, citando histórias de usuários que conseguiram recuperar malas perdidas, bicicletas e bolsas. Se você busca alternativas para rastrear seus pertences, vale a pena considerar as opções disponíveis no mercado, como outros acessórios da Apple ou soluções de outras marcas.

Em janeiro de 2026, a Apple lançou a segunda geração do AirTag, com um chip Ultra Wideband de segunda geração que aumenta o alcance da “Localização Precisa” em até 50%, um chip Bluetooth aprimorado e um alto-falante 50% mais potente que o modelo original. Pela primeira vez, a “Localização Precisa” também funciona com modelos Apple Watch Series 9 e posteriores. Uma análise interna revelou que o ímã do alto-falante está mais firmemente fixado no modelo de segunda geração, dificultando a remoção, uma modificação que já havia sido utilizada para silenciar alertas de rastreamento indesejado. O preço permanece em US$29 (aproximadamente R$145) para uma unidade e US$99 (cerca de R$495) para um pacote com quatro unidades.

O AirTag se estabeleceu como um dispositivo popular para quem busca uma solução para rastrear seus pertences, mas é importante estar ciente das preocupações de privacidade e segurança associadas ao seu uso.


Via: MacRumors: Mac News and Rumors – All Stories

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