Control Resonant é uma sequência — e também um ponto de partida

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Control Resonant: Remedy explica por que você não precisa ter jogado o original para começar a sequência

Cronologicamente, Control Resonant é uma sequência direta do título de 2019, mas, para a desenvolvedora Remedy Entertainment, a conexão entre os dois títulos vai muito além de uma linha do tempo tradicional. Na prática, os jogos funcionam mais como “dois lados da mesma moeda”.

Quando o projeto foi revelado no ano passado, o diretor criativo Mikael Kasurinen afirmou que os jogadores podem aproveitar os títulos em qualquer ordem. Embora o universo de Control seja conhecido por distorcer a realidade de diversas formas, a progressão linear do tempo não é exatamente um pilar rígido da franquia. Mas como, afinal, um jogador poderia começar pela sequência sem se sentir perdido?

Uma experiência imersiva desde o início

Após testar as primeiras horas de Control Resonant, a proposta de Remedy faz sentido. O jogo de abertura, mesclado com uma missão avançada da campanha, deixa claro que o estúdio priorizou uma narrativa que se sustenta por conta própria, permitindo que novos jogadores compreendam a complexidade da “Casa Ininterrupta” sem necessariamente terem dominado a jornada de Jesse Faden no primeiro jogo — algo similar ao nível de cuidado que vemos em grandes produções, como a conclusão da trilogia de remake de Final Fantasy VII.

Disponibilidade no Brasil

Vale ressaltar que, até o momento, Control Resonant não possui uma data de lançamento oficial confirmada para o mercado brasileiro. Como é comum com grandes lançamentos internacionais, a distribuição local depende de acordos de publicação que podem variar em relação às versões anteriores, como o primeiro Control, que teve ampla disponibilidade via Steam e Epic Games Store.

Tecnologia e Atmosfera

A Remedy segue apostando em sua assinatura técnica: ambientes instáveis e uma construção de mundo que desafia a percepção sensorial. Assim como acompanhamos avanços em outros setores, desde o mapeamento do progresso da natureza até inovações no hardware de processamento, o motor gráfico de Resonant parece elevar o patamar da engine proprietária da desenvolvedora, garantindo que o “novo” e o “antigo” se misturem sem atritos visuais.

A forma como cada jogador escolherá experienciar essa nova entrada na franquia dependerá muito de sua afinidade com o lore já estabelecido da Remedy. O título apresenta um cenário ambíguo, onde o conhecimento prévio pode oferecer camadas extras de significado, mas a ausência desse histórico não parece impedir a compreensão dos eventos principais da trama proposta nesta nova aventura.


Via: The Verge

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